Qual o próximo passo?

Resolvi escrever um pouco sobre o projeto Tocandira, que por acaso se mistura à boa parte de minha história.

Já tive um site educacional e uma loja virtual congênere entre os anos de 1.999 e 2.000. Foi muito empolgante trabalhar com uma loja virtual de CDs de conteúdo multimídia educacionais quando o Submarino ainda engatinhava no país. Com pouco dinheiro, foi um empreendimento e tanto!

Enfrentei muitos desafios, superei todos, um após o outro. O investimento foi baixo. Na época eu já trabalhava, mas ainda era um estudante de Bacharelado em Análise de Sistemas que contava com poucos recursos. Quando o site educacional alcançou a média de 2.000 visitas diárias e as vendas começaram a pagar os custos da loja virtual: impostos, contador, provedor, telefone, logística, material de escritório, entre outros, recebi uma proposta para trabalhar com sistemas de ensino à distância na Itália. E lá fui eu, para o Velho Mundo, aventurar-me com parcos vinte e tantos anos de idade. Não encontrei ninguém disposto a levar meu projeto adiante durante meus poucos meses de ausência, mesmo assim optei pelo velho sonho de trabalhar no exterior, mesmo que momentaneamente. Corri para fechar minha empresa (na verdade vendi meu CPNJ), consegui vender meu estoque para um amigo que possuía uma loja de informática física e embarquei para Milão.

Rapidamente pude descobrir o quanto a tecnologia, tanto de ensino à distância, quanto do comércio virtual, era forte em países desenvolvidos, porém ainda era incipiente no Brasil. Desde então, fiquei esperando ansiosamente para ver tais tecnologias se tornarem populares no Brasil, o que, de fato, aconteceu. Trabalhei alguns poucos meses e logo voltei para o aconchego da minha família e da minha namorada, hoje, minha esposa, motivo principal de meu retorno.

Na minha volta tentei por todos os meios trabalhar com tecnologias educacionais, ainda hoje, uma área de atuação que me atrai. Fiz um curso de pós-graduação na área vinculado ao setor de ciências humanas da universidade, e não o de exatas. Julguei que de tecnologia eu já havia adquirido muita experiência, eu queria ver o lado humano do aprendizado à distância, e foi muito útil ver como professores e outros profissionais não ligados à tecnologia interagiam com plataformas tecnológicas.

Lutei, procurei por várias empresas na área para trabalhar, bati em muitas portas. Depois de um tempo desempregado comecei a me desanimar e a não mais escolher a área de atuação. Já estava 8 meses sem ocupação em uma cidade com muitas empresas de tecnologia. Resolvi fazer um teste e remover a minha experiência profissional internacional do curriculum. Imediatamente fui chamado para uma entrevista. Saí da empresa com um emprego na mão, longe da área desejada. Continuei perseguindo a área educacional até há pouco tempo, mas as oportunidades nunca apareceram.

Insatisfeito, a vida me fez mudar de cidade algumas vezes à procura de uma ocupação prazerosa e, durante mais um tempo desempregado, comecei a me atualizar profissionalmente e a escrever um blog para relaxar. Ele ainda existe e está aqui, mas raramente o atualizo com alguma postagem. Também atuei dois semestres letivos como professor de uma pequena universidade da cidade que eu morava,  no interior de Minas Gerais, mas o volume de aulas  não era suficiente para o meu sustento. Contei com minha esposa por um longo tempo. Com tempo de sobra, aproveitei para me atualizar profissionalmente e consegui algumas certificações de informática, desta vez resolvi pagar para ver e não remover do curriculum nem minha experiência internacional, nem as certificações. Se fosse para trabalhar com algo que não gostava, que fosse bem remunerado. O resultado foi novamente uma demora sem fim para conseguir trabalho. Parti, então, para os concursos públicos. Com foco nas carreiras policiais, área que mais me atraía, consegui passar num concurso para Escrivão da Polícia Civil do Distrito Federal, aonde permaneço há algum tempo.

Com estabilidade financeira, resolvi que eu queria ir mais longe. Queria retomar o velho projeto de editar um site. Não uma loja virtual, mas queria produzir conteúdo, algo que me desse ainda mais prazer do que da primeira vez. Pensei comigo: eu que eu gosto mais?

Pai e filho na lida de inverno!

Pescaria no Rio Iguaçu

Quando criança eu sempre gostei de folhear as revistas antigas da National Geographic, pertencentes ao meu pai. Me maravilhava com as fotos, mas ainda em tenra idade, os textos não me chamavam muita atenção. Mais tarde, tanto eu quanto meu pai apreciávamos muito os documentários em VHS, também da National Geographic. Sempre procurávamos pelas novidades e, quando alugávamos um novo vídeo, éramos nós dois apreciando a obra sempre com lindas imagens de países longínquos. Com o tempo, veio a TV a cabo e os documentários da National Geographic e da Discovery Channel. Sempre gostei de facas, canivetes, de mato, de tiro, de arco e flecha. Meu pai sempre me incentivou com tudo isso, mesmo durante minha infância. Foi natural que tivesse uma tendência para escrever sobre estes temas. Também morei em uma cidade e em uma localização propícia para a vida mateira, no interior do Paraná. Para você ter uma ideia, a minha casa tinha vista para uma grande curva do rio Iguaçu, aonde, por vezes, eu ficava esperando meu pai passar de barco e acenar com um dos remos! Algumas vezes fui junto com ele, mas meu interesse para a pesca veio se revelar somente após os trinta anos de idade. Cada coisa a seu tempo!

Ainda piá, com uma velha Gamo.

Agora, novamente um salto adiante no tempo. Já com minha ocupação policial em Brasília, um certo dia estava em casa, assistindo pela enésima vez um documentário sobre a tribo dos Sateré Maués e de seu ritual envolvendo as formigas Tocandira, quando tive um estalo. Havia finalmente encontrado o nome do meu website. E, apesar de estar cozinhando a ideia há mais tempo, foi só a partir deste nome decidido que comecei a fase de planejamento.

Levei um ano inteiro somente planejando os assuntos que eu queria tratar e aonde eu queria chegar. Tracei metas. Tenho trabalhado incansavelmente para produzir textos e vídeos sobre todos os assuntos que costumo abordar: sobrevivência, artes mateiras, cutelaria esportiva, tiro, camping, equipamentos e, recentemente, arco e flecha.

São todos assuntos que gosto. Tenho prazer em escrever e produzir meus vídeos artesanais. Sim, são artesanais. Raramente tenho ajuda. Por vezes algum amigo me envia um texto sobre assuntos sobre os quais eu não poderia escrever tão bem quanto eles. Esses amigos sabem quem são e não preciso citá-los.

Sobre as técnicas mostradas. Eu nunca fui escoteiro (até tentei, mas havia uma fila de espera muito longa em minha cidade, o que acabou por me desencorajar), nunca servi às forças armadas, o que aprendi na Polícia civil foi muito útil para aprimorar minhas técnicas de tiro, apesar de que eu já atirava há muitos anos, principalmente com carabinas de pressão. Eu mostro aquilo que aprendi de longa data ou até mesmo recentemente. Muitas técnicas eu já filmei, mas prefiro publicá-las aos poucos, para não esgotar o assunto. Muitas coisas que estão na minha cabeça são fruto das conversas com meu pai e meu avô, cujas histórias de acampamento e caçadas eu não cansava de ouvir, mesmo quando eram repetidas! Ainda hoje consulto meu pai quando tenho algumas dúvidas. Só recentemente ele me ensinou a usar um lampião a querosene e sobre como funciona a capa de um cantil, outras vezes ele me surpreende com algumas informações. Certa vez comentava com ele que estava procurando por espécies vegetais que fornecessem fibras naturais, momento que ele me indicou uma boa lista! Muito do meu conhecimento também veio de livros e de brincadeiras de criança, aonde tentava colocar algumas técnicas em prática. Mais recentemente, com os programas de sobrevivência, principalmente do Survivorman, também fonte de

Três gerações

inspiração para meu trabalho, aprendi muito. Aprendo uma coisa ou outra em vídeos gringos no YouTube e aprendi bastante com o canal do Giuliano Toniolo, até então, um dos poucos canais sérios em língua portuguesa para quem gostava de assuntos mateiros. Mas nem só do conhecimento transmitido por gerações, dos livros, dos documentários, e dos textos e vídeos disponíveis na Internet que eu costumo aprender. Com a prática, você acaba por testar novas técnicas, algumas acabam dando certo, outras não. Certa vez eu estava procurando um ponto diferente do manjado macramê para aprender como fazer meu próprio bracelete de sobrevivência, quando minha esposa falou: “vou te ensinar um ponto bem fácil que pode te servir”. Aceitei a dica na hora, e foi aí que saiu o meu vídeo de como fazer um bracelete de sobrevivência. Recentemente fui acusado em um comentário de ter copiado isso de um vídeo gringo. Muitas vezes aprendo com vídeos gringos e vídeos em português, não vejo problema nisso, gosto de ensinar determinadas técnicas à minha maneira e vou continuar fazendo isso, mesmo que alguns não gostem ou não consigam fazer melhor, mas o fato é que esse bracelete aprendi com minha esposa, que tanto me apoia em meus longos dias de filmagens e criação de textos. Pode até ser que o vídeo gringo realmente exista, afinal, o conhecimento de nós e amarras é universal. Este é um exemplo de crítica não construtiva.

Sobre os patrocínios. Eles são necessários em qualquer veículo de comunicação, seja no rádio, na TV, nas revistas e nos jornais. Com a Internet não é diferente. Se você gosta de acompanhar o meu trabalho, acompanhe também as propagandas, é com elas que pretendo fazer do site e do canal Tocandira o meu meio de vida, quando, então, poderei dedicar-me integralmente aos meu novos projetos mateiros já em fase de planejamento.

Parafraseando Les Stroud, o Survivorman: o que vem a seguir? É um passo à frente!

Em inglês soa melhor: “What comes next, it´s the step beyond”.

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25 comentários para “Qual o próximo passo?

  1. 22 de outubro de 2013 at 11:01

    Parabéns, bela lição de de vida e de superação aos desafios que a mesma nos reserva a cada amanhecer e se persistimos com essa garra, com a vontade de vencer, com certeza teremos um descanso reparado no entardecer.
    Sucesso e boa sorte nos negócios.

    • José Luciano Gasparello Filho
      22 de outubro de 2013 at 19:36

      Caro Herli,

      O essencial é não perder a vontade de vencer!

      Abraço

  2. Alexandre Bastos
    22 de outubro de 2013 at 14:44

    Cara eu me amarro no Tocandira, já tirei muitas dicas daqui e o parabenizo por isso, sei que é muito difícil compartilhar conhecimento, correndo sempre o risco de receber um comentário maldoso de um ingrisia desses ai que comentou sobre o ponto que sua esposa ensinou. Muitas vezes isso desanima, e é por isso que estou escrevendo, assim como eu, você tem ajudado a muitos outros e é isso que tem que contar, mais uma vez parabéns!

    • José Luciano Gasparello Filho
      22 de outubro de 2013 at 19:35

      Caro Alexandre,

      Felizmente a minha audiência é composta, na maioria, de pessoas educadas. Estes energúmenos são raros e não mudam meu modo de ver as coisas!

      Abraço

  3. Gabriel
    22 de outubro de 2013 at 16:51

    Gasparello, eu sinceramente acho que você conseguiu algo que poucas pessoas na vida conseguem: ser feliz e transmitir isso para as pessoas. O seu canal é uma coisa à parte, e saber como você construiu isso aos poucos só deixa ele com mais ar de ‘badass’! Fico emocionado e muito feliz de saber que as coisas vão bem e desejo toda a boa sorte do mundo pra que isso tudo fique cada vez maior, apesar de ter certeza de que sorte você não precisa, porque as coisas só vão melhorar de fato! Continue com o seu excelente trabalho, isso incentiva muitas pessoas a dar o ‘próximo passo’!

    • José Luciano Gasparello Filho
      22 de outubro de 2013 at 19:33

      Caro Gabriel,

      Grato pelas palavras de incentivo!

      Gasparello

  4. Carlos Frederico Barbosa de Almeida
    22 de outubro de 2013 at 16:51

    Boa tarde, Gasparello!
    Ao ler esta postagem, eu fiquei “um sem tempo”, parado, imaginando, lembrando, revendo, flash backs vieram e foram…
    Muito do que você falou, se parece também com minha história.
    Da infância rica em experiências mateiras, das conversas, conselhos e opiniões ouvidas do Meu Pai, Meus Avôs, Meus Tios, família e amigos.
    O conceito de “EDC – Every Day Cary” por exemplo, eu fui conhecer há pouco tempo, e acredito que muitos outros também, mas já conhecia com outros nomes: “Um homem preparado vale por dois!”; “Esteja sempre preparado para o que acontece a sua volta”; “Ajude os outros nos momentos de enrascada”; “Um homem não pode sair de casa sem as chaves, documento, caneta e um canivete” (Isso ficou tão consolidado em mim que me sinto nu, quando saio de casa sem pelo menos a caneta)… E por aí vai tudo ensinado por meu Pai, Avôs, Tios, etc..
    Também cursei a Faculdade à noite, para trabalhar durante o dia.
    Sei como é ter que mudar de área da graduação e encarar desafios.
    Seu site ou blog, já é um Sucesso! Nele Você consegui reunir muito do que pretendeu fazer (curtir, ensinar, relaxar, conhecer, mostrar o Brasil,compartilhar)…
    Ter a internet usada como ferramenta para unir as pessoas de modo saudável, inocente, transparente.
    Essas coisas só acontecem com quem FAZ!
    O por vir vai ser moleza…
    Um Abraço.

    • José Luciano Gasparello Filho
      22 de outubro de 2013 at 19:32

      Caro Carlo Frederico

      Muitos de nós já fazíamos coisas desde a infância que sequer sabíamos que existiam nomes: Every Day Carry, Bushcraft, etc. O importante não são os nomes que se damos aos bois, mas a forma de viver e de
      aproveitar a vida e os ensinamentos que inevitavelmente passam por nós! Acredito que cada pessoa tem uma história interessante para contar, a sua, coincidentemente, é parecida com a minha de algum modo.

      Abraço

  5. Carlos Frederico Barbosa de Almeida
    22 de outubro de 2013 at 22:00

    Eu que agradeço, Gasparello!
    Não lhe conheço pessoalmente ainda, mas considero seu site, blog, Canal (O TOCANDIRA) uma referência.
    Uma “Embaixada”, um lugar neutro, onde pessoas compartilham conhecimentos e vivências…
    Já fiz vários contatos e algumas amizades por através do TOCANDIRA.
    Continue firme!
    Abraço,
    obs.: Vou ficando por aqui tá passando um episódio de “Monstros do Rio” no Brasil (Rio Amazonas)…ris

    • José Luciano Gasparello Filho
      23 de outubro de 2013 at 10:16

      Também gosto de assistir Monstros do Rio! É um programa um tanto exagerado na narrativa, mas ainda assim, gosto bastante!

  6. Rodrigo
    23 de outubro de 2013 at 00:07

    Gasparello.

    Já era seu fã por acompanhar seu canal no you tube, depois de conhecer sua história, fiquei mais fã ainda.

    A vida real é feita e vivida por pessoas reais.
    Saúde e prosperidade.

    Abraço.

    • José Luciano Gasparello Filho
      23 de outubro de 2013 at 10:16

      Obrigado Rodrigo!

  7. Joel Rodrigues
    23 de outubro de 2013 at 02:57

    Parabéns, gostei muito dessa sua postagem em especial, acompanho seu site a pouco tempo mas curto muito o que você compartilha conosco, e a informação que você passa é muito útil. Continue assim, pois a informação é algo que deve ser divulgada, um abraço!
    J21

  8. 23 de outubro de 2013 at 10:35

    Caro amigo, fico muito feliz por saber que ainda existem idealistas entre nós, apesar das dificuldades da realidade do país, onde leis absurdas e aproveitadores levantam bandeiras para a cada dia exaurir mais e mais as práticas mateiras. Tenho orgulho em pertencer a um grupo de pessoas privilegiadas que foram criadas no mato, no rio, na terra. Fico emocionado as vezes quando vejo alguma criança se interessar pela vida rural e isso me despertou uma vontade enorme de contribuir mais. Há algum tempo venho elaborando um pequeno “projeto” com alunos da escola onde minha mulher leciona pois ambos somos professores, ela pedagoga e eu geógrafo, para tentar inserir algumas crianças menos favorecidas à natureza e despertar seu interesse. Confesso que me emociono muito quando vejo que algo que transmitimos está servindo para mudar a qualidade de vida de uma criança e notar que seu comportamento está cada dia mais cheio de cidadania e altruísmo. Com certeza, você compartilha isso comigo.
    Amigo, sou Agente Penitenciário há 22 anos e durante esse tempo, como você já mencionou, muito aprendizados obtive na área de segurança e isso me ajuda muito, mas muito devo a pessoas como você que estão dispostas a ensinar e repassar informações tão necessárias. Críticas como a que citou são mero desconhecimento, pois tudo que aprendemos ou ensinamos já foi visto e realizado por alguém, somos privilegiados por ter o discernimento de repassar isso, muito não tem. Então, força…..caminhe sobre pedras….deixe-as para trás ou até construa uma contenção para sua fogueira, KKKKKKKKK, com sua pederneira, queime as más línguas KKKKKKK e olhe sempre para o infinito e seja um vencedor…..é isso que nos torna forte e nos deixa feliz. Se um dia precisar de ajuda desde fazer um café tropeiro até construir uma muralha, conte comigo. SE NÃO VIVEMOS PARA SERVIR, NÃO SERVIMOS PARA VIVER.Um abraço…….Emerson

    • José Luciano Gasparello Filho
      23 de outubro de 2013 at 13:05

      Caro Emerson,

      Grato por compartilhar sua experiência pessoal. Tomara que incentive outras pessoas!

      Abraço

      Gasparello

  9. valdemar vasconcelos
    23 de outubro de 2013 at 14:48

    Caro Gasparello,
    ler seu compartilhamento sincero acerca dos caminhos nem sempre tão mateiros já percorridos por você auxilia-nos, leitores/pessoas, a não apenas enxergá-lo de maneira mais integral, mas também a nos projetarmos por meio de sua vida empreendedora, plena de sonhos curtidos em família ou na solidão da natureza.
    Valeu.
    Quanto ao próximo passo, bem, este deve ter algo a ver com sementes, plantios, cuidados com adubagem e fé na chuva certeira.
    Próximo passo aponta para colheita, sem esquecer o prazer colhido em cada passo percorrido.
    Forte abraço!
    Parabéns!!

    • José Luciano Gasparello Filho
      23 de outubro de 2013 at 17:15

      Caro Valdemar,

      Sou grato pelas palavras!

      Gasparello

  10. Arlison
    23 de outubro de 2013 at 16:36

    Sensacional sua história!! Tenho experiência na captação de recursos de patrocínio para produtos de mídia e sem bem como é complicado alcançar empresas que acreditam em novos projetos como o seu. Não desanime, continue perseverando que eles vão aparecer.

    No mais, se precisar de algo estou aqui. Abraços.

    • José Luciano Gasparello Filho
      23 de outubro de 2013 at 17:20

      Arlison,

      Obrigado pela disponibilidade. Meus projetos ainda contam com os dois pés no chão e, por hora, são integralmente voltados para o YouTube. Por outro lado, não poderei realizá-los da forma caseira como faço hoje. No momento certo, terei que correr atrás de recursos para conseguir colocá-los em prática.

      Abraço

      Gasparello

  11. Ernesto Che
    25 de outubro de 2013 at 15:12

    Parabéns…
    Me identifico muito com sua história e, mesmo não tendo vivido tanto, tenho bastante experiência.
    Acompanho sempre o blog e os vídeos, continue assim e até mais.
    Abraço

    • José Luciano Gasparello Filho
      26 de outubro de 2013 at 20:43

      Caro Ernesto,

      Obrigado por acompanhar meu trabalho!

      Gasparello

  12. Jean Gomes
    15 de novembro de 2013 at 20:36

    Parabéns Gasparello!
    Por mais que seja difícil, tem sempre que seguir em frente.
    Acompanho seu blog e seu canal desde o início deste ano e aprendi bastante coisa. E espero que continue com seu ótimo trabalho!

  13. Ronaldo R de Oliveira
    27 de novembro de 2013 at 00:03

    boa noite Gasparello, já ouvi falar que quando o homem chega a meia idade começa a viver de recordações (não é o teu caso, é o meu). Eu estou prestes a me aposentar (ir para reserva no linguajar militar), e algum tempo atrás comecei a vasculhar na internet sobre acampamentos, coisa que na década de 80 era prática muito comum para mim, nesta busca encontrei um tal de “bushcraft” e descobri que aquilo que eu praticava a cerca de uns trinta anos atrás ficou “xiqui” e adotou nome estrangeiro. Agora lendo a tua história é impossível não viajar no tempo e voltar ao passado, as tuas palavras trazem doces recordações de um tempo que já foi lindo, parece que num instante voltamos a ser meninos sedentos por
    aventuras no meio do mato. Que a tua história de vida, o teu gosto pela natureza sirva de inspiração para muitos jovens, e senhores também.

  14. Delano Machado Gonçalves
    11 de setembro de 2014 at 13:29

    Gasparello,

    Muito legal a sua história.

    Sou apaixonado por camping. Ano passado comprei uma Super Esquilo 4 da Trilhas e Rumos, mas achei a barraca muito grande já que na maioria das vezes acampo sozinho. Decidi comprar uma barraca menor e comecei a pesquisar nas páginas dos mochileiros para encontrar uma barraca de boa qualidade, com boa ventilação já que o noroeste de Minas é muito quente, moro em Paracatu (200 Km de Brasília).
    Foi pesquisando na internet que eu conheci o canal TOCANDIRA.
    Fiquei fã do seu trabalho e desde então comecei a prestigiar o seu trabalho. Apesar de não te conhecer pessoalmente, posso dizer que sou seu fã, vejo que você é uma pessoa simples e tem se esforçado para fazer deste site seu meio de vida.
    Na minha opinião o próximo passo que você deve dar é fundar a Escola Técnica de sobrevivência TOCANDIRA.
    Creio que será um grande sucesso não só em Brasília, mas em toda a região do Planalto Central.

    Sucesso meu brother, você merece.

    Esqueci de comentar, acabei comprando uma barraca Cota 2 da Trilhas e Rumos, mas ainda não testei. Espero ter acertado na compra.

    • José Luciano Gasparello Filho
      16 de setembro de 2014 at 21:10

      Acertou sim na compra. A Cota 2 é uma das melhores barracas que já testei!

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